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Rant: Porque é que não guardo as coisas?!!

Quem segue o blog (e há alguém a seguir mesmo? Duvido :) ) já se apercebeu que escrevo muito raramente. Pois é, desde que o meu filho nasceu, tem sido praticamente impossível vir aqui ao portátil (e escrever no telemóvel não é a mesma coisa). Quando tenho um tempinho, vir aqui não é prioridade (será mais limpar a casa, passar a ferro, cuidar de mim, etc, etc.). E muitas vezes quando finalmente consigo vir escrever qualquer coisa, fica a meio, pois o rapaz entretanto acorda. Já por duas vezes que tenho conseguido escrever com ele ao colo. Uma vez ele quis mamar e adormeceu e eu continuei a escrever só com uma mão. Da ultima vez estava a escrever sobre o sono dele e ele começou com uma grande birra e soube que tinha de deixar isto a meio. Não havia problema, pois isto vai guardando automaticamente (pensava eu, pois de vez em quando vejo o símbolo do "guardar" a piscar). E além disso, eu tinha clicado em guardar. Entretanto, nesse dia já não consegui voltar ao portátil, depois f…

Boas e Más Compras

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Qualquer mãe (ou pai) tem uma lista, formal ou informal, de coisas que compraram e que acharam que foi o dinheiro mais bem empregue da vida e de coisas que praticamente não chegaram a usar. Hoje eu venho dar a minha lista, provisória, de produtos que ou comprei ou me foram oferecidos ao longo destes 4 meses, e que se encaixam nesta listagem. Boas aquisições Não vou dizer aqui as coisas óbvias (produtos de higiene, roupa, etc), mas sim aquelas que me surpreenderam pela positiva. MiauMiau: Sim, MiauMiau é o nome que dei ao peluche (um gato, sim, original). Comprei no Jumbo, marca Aucham. Tem umas argolas muito fixes para treinarem o "agarrar" e dá para prender ao carrinho, berço, espreguiçadeira... Porque é que considero uma boa aquisição? E porque é que me surpreendi pela positiva? Bem, vamos começar pelo facto de antes dele nascer já ter uns 5 peluches que lhe tinham sido oferecidos. A minha mente estava dividida entre "para quê comprar mais um?" e "que vergonha, t…

Amamentação Parte II - Em Casa

Juntem umas quantas mães, perguntem como correu a amamentação, e a probabilidade é que quase todas tenham tido problemas. Umas com problemas mais leves e mais fáceis de resolver, outras com problemas mais complicados ou que se arrastaram durante mais tempo. É a vida. Desengane-se quem pensa que amamentar é fácil e "intuitivo". Nem sempre é. É um processo de aprendizagem tanto para a mãe como para o bebé. Sim, porque há mães que correu tudo bem no primeiro filho e têm problemas no segundo. Cada gravidez é uma gravidez e cada bebé é um bebé. Quanto mais cedo metermos isso na cabeça, mais depressa descomplicamos e ficamos felizes. Pelo menos é o que dizem. Vamos acreditar. Ora, já aqui contei como foram os primeiros dias como a amamentação. Vou agora descrever os restantes 3 meses e meio. E muito sinceramente, espero não ter de escrever mais nenhum post sobre dificuldades de amamentação daqui para a frente. Pois bem, resumo para relembrar, rapaz sempre cheio de fome, colostro par…

Amamentação Parte I - No hospital

Quem me conhece sabe que um dos meus grandes medos era não conseguir amamentar. Sempre ouvi dizer que a minha mãe não teve leite nem para mim nem para a minha irmã e sempre meti na cabeça que lhe iria seguir os passos. Durante a gravidez não cheguei a ter perdas de colostro, o que me aumentou um pouco esse medo. A única coisa que me "alegrava" era ver que realmente as minhas mamas tinham sofrido alterações (maiores, auréola mais escura, mamilo sensível). Chega o dia do parto e continuo sem ver pinga de leite. Assim que nasceu, colocaram-me o bebé em cima de mim, e ele bem que dava à cabeça á procura da mama, mas não tinha jeito nem eu sabia fazê-lo estando eu de barriga para cima. Quando fomos para o recobro, a enfermeira ajudou-me a colocar o bebé a mamar. Considerando que eu tinha acabado de parir, experimentámos a posição deitada de lado. Bem, o rapaz não atinava com aquilo nem por nada. Estão a ver os pica-paus, sempre a dar á cabeça? Parecia ele. A enfermeira teve de segu…

Flashback: E lá fomos para indução...

Pessoalmente não estava como muito medo do parto, era uma coisa que não pensava muito. Os meus maiores medos eram entrar em trabalho de parto cedo demais (e não ter o marido cá) e não entrar em trabalho de parto e ter de ir para indução. Pois bem, fui para indução. Ah e tal, "colo do útero bastante favorável, pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento [isto às 39 semanas], se tal não acontecer, volte nesta data para irmos para a indução." Fiz tudo aquilo que dizem para se fazer para induzir o parto, subir e descer escadas, andar, andar em areia, comer picante, sexo, dançar.... pronto, aqui para nós, se calhar não abusei nestas coisas, mas a verdade é que nada resultou. E já não bastava estar nervosa com a indução, ainda por cima estava a ter relatos que o hospital estava lotado, e que muitas vezes mandavam as pessoas com indução para trás. Uma rapariga só à 4a vez é que ficou lá. Na quarta feira de manhã, estava eu de 40 semanas + 6 dias, lá me apresentei eu no hospital…

2 meses de ser Mãe

Pois é, andei desaparecida. Ao que parece, ter um recém nascido suga-nos o tempo todo. E parece que mesmo quando crescem, não nos sobra muito tempo à mesma, e quando sobra, o blog não é prioridade... Nestes dois meses, houve umas coisitas que aprendi, sobre a maternidade e sobre mim, que passo a contar: - Toda a gente me dizia que quando viesse o bebé, vinha o instinto materno e me iria rir de todas as duvidas e medos que tinha antes. Bem, não é bem assim. Sim, há um instinto que nos diz como devemos fazer as coisas (também chamada de senso-comum), mas a informação é muito útil. Ou seja, no meio é que está a virtude, devemos estar informados, mas não seguir religiosamente os livros e os conselhos de outros, nós é que nos conhecemos e começamos a conhecer os nossos bebés, e temos de ver o que se aplica ou não à nossa situação. - Dito isto, no hospital estamos por nossa conta (pelo menos no público). Por mais que o marido, a mãe ou a irmã nos diga que nos vai ajudar, ás vezes tal pode não …

O B-A BA das roupinhas de bebé

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Estava eu no primeiro trimestre e a minha preocupação maior era saber se estava tudo bem na primeira ecografia, e já a minha sogra tinha começado a comprar roupa para o neto. E foi aí que me apercebi, eu não percebia nada do assunto!

Sim, já tinha visto bebés antes, vestidos de maneira mais ou menos informal, mais ou menos pipi, mas nunca tinha parado para pensar nas coisas. E surgiu-me a dúvida, o que veste um bebé? O que é que eu preciso de ter? O que é que eu quero comprar?
O que vale é que nesta era de internet temos muitas ferramentas à nossa mão para tirarmos estas dúvidas sem parecermos muito estúpidos e então embarquei nesta viagem de aprendizagem e descoberta.
Não vou fazer aqui um post daqueles oficiais e super informativos sobre as roupinhas dos bebés, mas sim descrever as minhas dúvidas e o que eu aprendi (e o que decidi) sobre os diferentes itens. Pelo sim pelo não, se vier alguém aqui ler com as mesmas dúvidas que eu, vou deixar fotografias de sites de venda online. Deixo …